Olá pessoal! Aqui estamos com mais um especial do Oscar, que ocorreu noite passada. Desta vez, faremos um resumo geral sobre o que foi incrível e quais foram os fiascos da edição deste ano, destacando atores, apresentadores e muitos outros aspectos que estão dando o que falar hoje. Confiram:
Vamos começar pela incrivelmente terrível participação de Glória Pires nos comentários e opiniões sobre os indicados na Globo. Muita incerteza e momentos de paralisia total foram vergonhosas não só para o ponto de vista de críticos, como também para as pessoas que tiveram de assistir a esse desastre. Falta de clareza nas informações confirmam que ela não viu diversos indicados, então resta a pergunta: com tantos críticos e atores especialistas nesse assunto na Globo, porque escolher a Glória Pires? Esperamos uma ótima resposta.
Quem ficou com a apresentação da premiação foi Chris Rock, trazendo a tona o clássico humor apelativo racista que destaca os conflitos sobre a edição deste ano não ter indicados negros, mas ele parecia descontraído e despreocupado, mesmo acabando ficando um pouco cansativo ao final das contas, e ele acabou virando o jogo, transformou o Oscar em uma premiação não contra os negros, mas contra os brancos, o que não agradou muita gente. A Academia pode parecer racista, e de fato é, mas isso não podia impedir a realização do evento mais importante do cinema, então, qual foi o "truque" da academia para suprir (ou tentar) a falta de indicados negros? Simplesmente espalhar negros por diversos outros papéis, como músicos, apresentadores de categorias e alguns vídeos satirizando o ocorrido, sempre tentando retratar a situação com humor e sem motivo para alarde.
Com o decorrer de toda a apresentação, e com mais tempero apelativo de Chris Rock, pudemos finalmente ver o que era interessante, com isso, veio a surpresa: Mad Max. O filme havia sido indicado a diversas categorias técnicas e bateu ninguém menos do que Star Wars, mas também o que não era esperado era que no meio de tantos prêmios (6 no total), Mad Max perderia pelo de muito menor orçamento Ex-Machina: Instinto Artificial, que bateu também Star Wars, que foi criado sob a maestria da Light & Magic. Depois de uma batalha acirrada entre os dois, Mad Max foi o grande campeão, algo meio injusto, pois sabemos que Star Wars reuniu elementos extremamente modernos da indústria de CGI e que Mad Max, mesmo com todas as críticas, não atingiu esse nível de excelência.
A categoria de melhor atriz veio nos últimos momentos da premiação (como sempre) e destacou cinco enormes talentos incluindo a veterana Cate Blanchett com Carol, o excelente talento de Saoirse Ronan com Brooklyn e Brie Larson com O Quarto de Jack e o também renome (e salário) de Jennifer Lawrence, que sozinha faturou mais que todas as outras indicadas juntas. As nossas apostas batiam em Brie Larson, que se mostrou capaz de entrar na lista dos próximos grandes nomes com sua atuação memorável em O Quarto de Jack (confira nossa crítica neste link), e ela acabou faturando a merecida estatueta de Melhor Atriz.
O filme mais comentado da premiação, O Regresso, gerou polêmica desde que foi lançado, alegando ser a próxima grande obra de Iñarritú depois do sucesso de Birdman, e por fim isso se tornou verdade, possuindo não só o maior número de indicações, como também garantiu a primeira estatueta para o já experiente Leonardo DiCaprio em Melhor Ator e também faturando o Oscar de Melhor Diretor para Inãrritú.
Para encerrar a premiação com um grande estilo, o tão aguardado prêmio foi para Spotlight: Segredos Revelados, um filme dirigido por Thomas McCarthy, que conta a história de um grupo de repórteres tentando desmascarar um caso de abuso de crianças promovido pela Igreja Católica. Baseado em fatos reais, o filme reuniu um elenco forte, com membros como Rachel McAdams e Mark Ruffalo, que anda crescendo na popularidade graças a seu papel em Os Vingadores.
















































